Talvez amanhã
Estou de pés assentes no chão. Não, não estou. Estou a sonhar, com o meu coração dentro de uma caixa, de novo.
Adoro não estar acordada. Os sonhos são o meu paraíso. São nove da manhã, mas quero continuar a dormir. Quero continuar a sonhar.
E se... E se isto fosse assim? E se eu não tivesse feito aquilo? E se eu lhe tivesse dado ouvidos? E porque que é que... Porque é que eu não lhe dei ouvidos?
O caminho a seguir sempre foi algo que eu poderia decidir. Como é que o pude deixar ser bloqueado?
Estou errada. Porque a culpa foi totalmente minha. Mas isso foi porque me deixei ser enganada.
E agora o sonho foi embora. Embora, embora, embora. Talvez nunca mais volte.
Quando se sonha com o coração dentro de uma caixa, é difícil ver as coisas boas. É impossível seguir o trilho certo.
Mas isso é porque a asneira foi feita... antes, antes, antes...
O céu não está azul. Está negro, negro como um corvo. Negro como o carvão. Negro como um coração partido. Queria ser capaz de o pintar. Azul, vermelho, rosa, laranja. Podia ser um bonito pôr-do-sol. Mas como posso fazer isso? O caminho continua bloqueado. Como posso ir buscar as tintas que preciso?
Continuo de olhos fechados.
E se... E se eu tentasse mudar isto? E se eu tenho uma outra chance? E se eu tomar a iniciativa?
Posso mudar. Sim, não. Não sei.
É incrível como estas perguntas nos deixam perplexos, à procura de uma resposta exacta. Nenhuma me vem à cabeça.
Talvez, quando acordar amanhã, consiga ter uma resposta.
E se... E se isto fosse assim? E se eu não tivesse feito aquilo? E se eu lhe tivesse dado ouvidos? E porque que é que... Porque é que eu não lhe dei ouvidos?
O caminho a seguir sempre foi algo que eu poderia decidir. Como é que o pude deixar ser bloqueado?
Estou errada. Porque a culpa foi totalmente minha. Mas isso foi porque me deixei ser enganada.
E agora o sonho foi embora. Embora, embora, embora. Talvez nunca mais volte.
Quando se sonha com o coração dentro de uma caixa, é difícil ver as coisas boas. É impossível seguir o trilho certo.
Mas isso é porque a asneira foi feita... antes, antes, antes...
O céu não está azul. Está negro, negro como um corvo. Negro como o carvão. Negro como um coração partido. Queria ser capaz de o pintar. Azul, vermelho, rosa, laranja. Podia ser um bonito pôr-do-sol. Mas como posso fazer isso? O caminho continua bloqueado. Como posso ir buscar as tintas que preciso?
Continuo de olhos fechados.
E se... E se eu tentasse mudar isto? E se eu tenho uma outra chance? E se eu tomar a iniciativa?
Posso mudar. Sim, não. Não sei.
É incrível como estas perguntas nos deixam perplexos, à procura de uma resposta exacta. Nenhuma me vem à cabeça.
Talvez, quando acordar amanhã, consiga ter uma resposta.